
admito. eu sou muito saudosista dos tempos em que passava as tardes nas mesas de pinball em algum fliperama calourento na praia.
como qualquer outro jogo, ele também tem a sua lógica e uma maneira específica de ser batido. e cada máquina o seu modo, e esse era um dos encantamentos do jogo. quando se acertava uma seqüência, logo alguns se amontoavam ao redor da mesa para acompanhar a partida.
o problema, no caso do pinball, é que ele é um jogo que exige algum conhecimento de física – ao contrário dos jogos eletrônicos de duas décadas atrás, em que esse atributo sequer era cogitado.
parte da culpa de jogar o corpo para o lado, dar as tradicionais batidinhas na máquina (cuidado com o tilt!), chutar o chão e torcer para que a bolinha não escapasse aos bumpers é resultado da física empregada nas mesas inclinadas feitas para a bolinha descer em direção ao centro, bem entre os bumpers.
bons tempos.
o new york times de hoje conta a história do último fabricante de pinball dos estados unidos – ele se mantém firme apesar do assédio de Wii e Playstation bem em meio à sua seara.
deu uma saudade tremenda…
ps: se alguém souber quem queira vender uma maquinha dessas, estou na fila.
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Se o cara que for vender tiver duas mesas, me avisa. Tinha uma do Indiana Jones mto foda.
**Sim, tudo precisa ser classificado.
o problema é que o mercado anda inflacionado… 4 barão por uma mesa tá salgadaço
Salgadaço mesmo, bah.
Ó, que te falei:
http://www.virtualnes.com
e também achei esse aqui:
http://www.atari2600.com.br
Mas o do Atari ali, sei não. Me pareceu meio “pegue já o seu vírus aqui!”
Só não vale jogar em aula!
abraço!
Pinball só não é melhor que pacman ;D